bob dylan 4ever



Blowin' In The Wind - bob dylan


How many roads must a man walk down,
Before you call him a man?
How many seas must a white dove sail,
Before she sleeps in the sand?
Yes and how many times must cannonballs fly,
Before they're forever banned?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind

Yes and how many years can a mountain exist,
Before it's washed to the seas (sea)
Yes and how many years can some people exist,
Before they're allowed to be free?
Yes and how many times can a man turn his head,
Pretend that he just doesn't see?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.

Yes and how many times must a man look up,
Before he can see the sky?
Yes and how many ears must one man have,
Before he can hear people cry?
Yes and how many deaths will it take till he knows
That too many people have died?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind
Music When The Lights Go Out - the libertines


Well is it cruel or kind
Not to speak my mind
And to lie to you
Rather than hurt you
Well I\'ll confess all of my sins
After several large gins
But still I hide from you
Hide what\'s inside from you

And alarm bells ring
When you say your heart still sings
When you\'re with me
Oh darling please forgive me
But I no longer hear the music
Oh no no no no no ..

(...)


..visitem o blog oficial das músicas do Zeder [atual ex-vocalista do suicidal cotonetes]

http://pontocompontobr.com.br.zip.net/

..o mais independente dos músicos independentes!  

'o nosso objetivo é o insucesso, um dia chegaremos á indigência' (sic): palavras supostamente atribuídas ao Zeder

..mais do que independente, quase um indigente!

 





O Anjo - William Blake



Sonhei um Sonho! Que quer dizer?
Eu era uma Rainha virgem,
Guardada por um Anjo doce:
Estúpido infortúnio nunca foi enganado!


E chorei noite e dia,
E ele enxugou minhas lágrimas,
E chorei noite e dia,
E escondi-lhe o gozo de meu coração.


Então ele abriu suas asas e voou;
Então a manhã se envolveu de um vermelho rosado;
Sequei minhas lágrimas, e armei meus temores
Com dez mil escudos e lanças.


Logo meu Anjo voltou:
Eu estava armada, voltou em vão;
Porque o tempo da juventude havia voado,
E cabelos cinzas estavam sobre minha cabeça.




Das Canções da Inocência - Willian Blake



Tocando uma flauta no vale selvagem
Tocando canções doces e alegres
Vi uma criança surgir nas nuvens,
E ela me disse a sorrir,
"Toque aquela do cordeiro";
Então toquei com alegria;
"Toque, por favor, a canção de novo" -
Então eu toquei, e ela chorou ao ouvir.


"Largue a flauta, tua flauta feliz
E cante canções que tragam alegria;
Então toquei a mesma canção
Enquanto ela chorou deliciada ao ouvir.


"Flautista, sente-se e escreva
Num livro para que leiam" -
Então ela desapareceu".
E eu catei um junco oco,


E fiz uma caneta rústica,
E Mergulhei-a nas águas claras
Para escrever as felizes canções
Que toda criança adora ouvir.

I Just Don't Know What To Do With Myself

I Just Don't Know What To Do With Myself - whit stps

I just don´t know what to do with myself
I don´t know what to do with myself
Planning everything for two
Doing everything with you
And now that were through
I just don´t know what to do
I just don´t know what to do with myself
I don´t know what to do with myself
Movies only make me sad
Parties make me feel as bad
´Cause I´m not with you
I just don´t know what to do
Like a summer rose
Needs the sun and rain
I need your sweet love
To beat love away
Well I don´t know what to do with myself
Just don´t know what to do with myself
Planning everything for two
Doing everything with you
And now that were through
I just don´t know what to do
Like a summer rose
Needs the sun and rain
I need your sweet love
To beat love away
I just don´t know what to do with myself
Just don´t know what to do with myself
Just don´t know what to do with myself
I don´t know what to do with myself
primeiro andar - los hermanos
 
já vou...será? eu quero ver, o mundo eu sei não é esse lá.
por onde andar? eu começo por onde a estrada vai e não culpo a cidade,
o pai. vou lá andar. e o que eu vou ver? eu sei.
lá.

não faz disso esse drama, essa dor! É que a sorte é preciso tirar pra ter.
perigo é eu me esconder (em você). e quando eu vou voltar?
ah, quem vai saber...
se alguém numa curva me convidar
eu vou lá
que andar é reconhecer,
olhar.

eu preciso andar
um caminho só
vou buscar alguém
que eu nem sei quem sou.

eu escrevo e te conto o que eu vi e me mostro de lá pra você.
guarde um sonho bom pra mim

a verdade

a verdade na verdade ..
não é mais do que uma convenção social;
uma combinação de códigos, premissas e / ou interpretações formuladas e escolhidas por pessoas de um meio .
A verdade é feita como se faz uma mentira.

eu.






“Em algum remoto rincão do universo cintilante que se derrama em um sem-número de sistemas solares, havia uma vez um astro, onde animais inteligentes inventaram o conhecimento. Foi o minuto mais soberbo e mais mentiroso da ‘história universal’: mas também foi somente um minuto. Passados poucos fôlegos da natureza congelou-se o astro, e os animais inteligentes tiveram de morrer. – Assim poderia alguém inventar uma fábula e nem por isso teria ilustrado suficientemente quão lamentável, quão fantasmagórico e fugaz, quão sem finalidade e gratuito fica o intelecto humano dentro da natureza. Houve eternidades em que ele não estava; quando de novo ele tiver passado, nada terá acontecido. Pois não há para aquele intelecto nenhuma missão mais vasta que conduzisse além da vida humana. Ao contrário, ele é humano, e somente seu possuidor e genitor o toma tão pateticamente, como se os gonzos do mundo girassem nele. Mas se pudéssemos entender-nos com a mosca, perceberíamos então que também ela bóia no ar com esse páthos e sente em si o centro voante deste mundo. Não há nada tão desprezível e mesquinho na natureza que, com um pequeno sopro daquela força do conhecimento, não transbordasse logo um odre; e como todo transportador de carga quer ter seu admirador, mesmo o mais orgulhoso dos homens, o filósofo, pensa ver por todos os lados os olhos do universo telescopicamente em mira sobre seu agir e pensar.” Nietzsche










“Eu jamais iria para a fogueira por uma opinião minha, afinal, não tenho certeza alguma. Porém, eu iria pelo direito de ter e mudar de opinião, quantas vezes eu quisesse.” Friedrich Nietzsche









“Má compreensão do sonho. – Nas épocas de cultura tosca e primordial o homem acreditava no sonho conhecer um segundo mundo real; eis a origem de toda metafísica. Sem o sonho, não teríamos achado motivo para uma divisão do mundo. Também a decomposição em corpo e alma se relaciona à antiqüíssima concepção do sonho, e igualmente a suposição de um simulacro corporal da alma, portanto a origem de toda crença nos espírito e também, provavelmente, da crença nos deuses: ‘Os mortos continuam vivendo, porque aparecem em sonho aos vivos’: assim se raciocinava outrora, durante muitos milênios.” Nietzsche










“Não sou um ateu total, todos os dias tento encontrar um sinal de Deus, mas inf lizmente não o encontro.” José Saramago

Teoria do Caos:

Por vontade de um prego, a ferradura foi perdida;
Por vontade de uma ferradura, o cavalo foi perdido;
Por vontade de um cavalo, o cavaleiro foi perdido;
Por vontade de um cavaleiro, a batalha foi perdida;
Por vontade de uma batalha, o reino foi perdido.






Complexidade:

"À primeira vista, a complexidade é um tecido (complexus: o que é tecido em conjunto) de constituintes heterogêneos inseparavelmente associados: coloca o paradoxo do uno e do múltiplo. Na segunda abordagem, a complexidade é efetivamente o tecido de acontecimentos, ações, interações, retroações, determinações, acasos, que constituem o nosso mundo fenomenal. Mas então a complexidade apresenta-se com os traços inquietantes da confusão, do inextricável, da desordem, da ambigüidade, da incerteza... Daí a necessidade, para o conhecimento, de pôr ordem nos fenômenos ao rejeitar a desordem, de afastar o incerto, isto é, de selecionar os elementos de ordem e de certeza, de retirar a ambigüidade, de clarificar, de distinguir, de hierarquizar... Mas tais operações, necessárias à inteligibilidade, correm o risco de a tornar cega se eliminarem os outros caracteres do complexus; e efetivamente, como o indiquei, elas tornam-nos cegos." (Edgar Morin: Introdução ao Pensamento Complexo, 1991:17/19)
The fences that you can not climb,
The sentences that do not rhyme,
In all that you can ever change

tom yorke - radiohead








Amor: uma perigosa doença mental. Platão




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